Você sabia que cerca de 12 mil suicídios são registrados todos os anos no Brasil e mais de 1 milhão no mundo? É uma triste realidade.

Quem passa pela situação de ideação suicida muitas vezes sente dificuldade de aceitar e pedir ajuda, seja por medo do julgamento e/ou do preconceito relacionado ao tema, que ainda segue sendo um tabu.

O movimento Setembro Amarelo mobiliza a sociedade para conscientização sobre o tema, falando sobre como identificar sinais da ideação suicida, como ajudar ou buscar ajuda.

Atualmente muitas empresas, associações, ONGs, e influencers divulgam campanhas relacionadas ao tema. Ainda mais relevante porque o isolamento social imposto pela pandemia é um fator agravante da saúde mental e o bem estar das pessoas em geral.

O suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens e todos os dias, pelo menos 32 brasileiros tiram suas próprias vidas. É dentro desse cenário que surgiu o projeto Unicef de acolhimento de jovens e adolescentes pela internet. O canal Pode Falar oferece um espaço de escuta qualificada que funciona de forma anônima e gratuita.

É direcionada a jovens e adolescentes de 13 a 24 anos que estejam com problemas e precisando falar sobre seus sentimentos, além disso o canal fornece materiais sobre saúde mental, avaliam o nível de ansiedade e fornecem histórias de outros jovens que passaram por dificuldades e conseguiram seguir em frente.

Para acessar —> www.podefalar.org.br.

O avanço das pesquisas propiciou o uso das terapias biológicas (ou somente biológicos) em diferentes especialidades médicas – reumatologia, dermatologia, gastroenterologia e neurologia, oncologia, entre outras.

Importante ressaltar que não é todo paciente que vai ter indicação ou vai precisar dos biológicos. Eles representam uma importante opção de tratamento, principalmente quando o paciente não obteve resposta com os medicamentos iniciais, os chamados medicamentos convencionais.

Isso permite que mais pacientes possam alcançar a remissão da inflamação e o controle dos sintomas que tanto interferem a vida cotidiana.

A terapia assistida é a administração supervisionada dos biológicos, realizada após avaliação médica e de enfermagem. Isso tudo feito em ambiente seguro e confortável, e visando evitar e reduzir as chances de efeitos colaterais.

Uma informação importante é que esses medicamentos precisam ser acondicionados e mantidos em temperatura controlada. Isso é difícil de se assegurar sempre nos nossos domicílios. Quantas pessoas abrem e fecham sua geladeira todos os dias? E se faltar luz e o medicamento permanecer em alta temperatura? E se congelar? Nesse último caso, a medicação infelizmente não poderá mais ser utilizada.

Devemos lembrar que tanto os medicamentos subcutâneos quanto os venosos são administrados através da terapia assistida. Nas duas formulações os cuidados são os mesmos, ou seja, o subcutâneo também merece toda atenção.

Onde é seguro aplicar a medicação?

Clínicas especializadas em terapia assistida de medicamentos biológicos são o local adequado para a aplicação dos biológicos venosos e subcutâneos, e aqui estão alguns dos pontos cruciais que toda clínica de terapia assistida deve oferecer:

1- O transporte das medicações deve obedecer rígidas regras, incluindo a utilização de recipientes adequados e controle da variação da temperatura. Esse transporte inclui todo o trajeto da distribuidora até a clínica e pode ser monitorado.

2- A recepção, conferência e armazenamento adequado da medicação refrigerador deve ser de responsabilidade de profissional habilitado e treinado.

3- As medicações devem ser mantidas em refrigerador com controle regular da temperatura, que deve se manter entre +4°C e +8° As medicações não podem, em hipótese alguma, sofrer congelamento e, da mesma forma, quedas no fornecimento de energia podem tornar inseguro aplicar as medicações que ficaram sem refrigeração.

4- A sala de biológicos deverá ser utilizada somente para conservação e aplicação dos mesmos, não é permitido que nesta mesma sala se realizem outros procedimentos.

5- A aplicação da medicação só deve ocorrer com prescrição médica e em condições favoráveis, ou seja, na ausência de infecções ou alterações laboratoriais significativas. O profissional de saúde que recebe você antes de toda aplicação verifica se há algum impedimento para a aplicação.

Comprometimento com o tratamento

A equipe médica deve acompanhar a evolução do paciente, e o paciente deve se comprometer com o tratamento. Exames antes do início do tratamento e exames periódicos são solicitados para isso, cabendo o compartilhamento de informações entre médicos e pacientes.

Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), cerca de 65 mil pessoas é diagnosticada com lúpus, e em sua maioria são mulheres. Mas por que será?

A causa do lúpus está associada a fatores hormonais, infecciosos, genéticos e ambientais. Em relação a questão hormonal isso explica em parte porque as mulheres entre 15 e 40 anos são as mais afetadas do que os homens. É a faixa etária entre a primeira menstruação até a entrada na menopausa, com produção de hormônios estrogênicos.

O lúpus ainda não tem cura, mas quando se tem o diagnóstico rápido e o tratamento correto, é possível controlar a doença para que a pessoa tenha qualidade de vida. Além de medicamentos, é preciso que alguns hábitos sejam modificados, como evitar o cigarro e a exposição solar. Também é importante que a pessoa aprenda a lidar com dificuldades do dia a dia, já que as doenças autoimunes podem agravar como o estresse emocional. Acompanhamento com terapia pode ajudar, converse com o seu médico sobre isso.

A artrite reumatoide (AR) é uma doença crônica que afeta as articulações. Nesses casos, o nosso sistema imune está desorganizado e frequentemente exige um tratamento com medicações de uso prolongado. Além do tratamento médico, a alimentação é uma forma de contribuir para a melhora da doença.

Aqui vai uma lista de alimentos que podem ajudar:

  • Frutas vermelhas – essas frutas têm antocianina, uma substância que tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Alguns exemplos são cereja, morango, romã e goiaba.
  • Abacate – possui micronutrientes que tem efeitos anti-inflamatórios. Além disso é rico em luteína, substância que combate a ação de radicais livres.
  • Verduras verde-escuro – brócolis, espinafre, couve e acelga são fontes de antioxidantes, como a vitaminas A, C e K. Por serem ricas em cálcio, também contribuem com a proteção dos ossos.
  • Azeite de oliva – rico em gorduras boas, contém compostos ativos que estão associados à redução dos danos articulares causados pela artrite reumatoide.
  • Oleaginosas – como possuem gorduras de boa qualidade, elas podem colaborar com a proteção das articulações. Alguns exemplos : amêndoas, nozes, pistache, linhaça e chia.
  • Cebola, alho e pimenta – a quercetina, antioxidante que age no alívio das inflamações é encontrada no alho e na cebola. Já as pimentas, são ótimas fontes de vitamina C.
  • Peixes – o Ômega-3 age nas células que regulam o sistema imunológico e possuem forte ação anti-inflamatória.

Já alguns alimentos devem ser evitado por serem capazes de piorar a inflamação, como sal e açucar, gordura saturada e as bebidas alcoólicas.

É importante ressaltar que a alimentação sozinha não tem a pretensão de substituir o tratamento médico, esta deve ser encarada como auxiliar e não anula a necessidade do acompanhamento médico.

Ainda há muita desinformação em relação às vacinas mas a não vacinação põe em risco os direitos à saúde e à vida de toda uma coletividade, uma vez que a estratégia de aplicação de vacinas só tem efetividade em âmbito coletivo. Para resumir: a vacinação só é agente que promove a desaceleração do contágio pelo vírus se sua estratégia de aplicação for coletiva.

Por isso entenda um resumo das vacinas disponíveis na imagem a seguir, e lembre-se que a melhor vacina é a que estiver sendo aplicada na sua cidade.

IMPORTANTE

Nenhuma vacina tem eficácia de 100%, ou seja, nenhuma é capaz de impedir totalmente o contato com o coronavírus, mas impedem que a maior parte das pessoas tenha a forma mais grave da doença e, assim, não precisem de atendimento médico. Por isso, é necessário que após vacinação você continue seguindo os protocolos de segurança: Use máscara, lave suas mãos, evite aglomerações e mantenha uma distância segura!

Dúvida sobre o assunto? Deixe nos comentários!!

Apesar de ser uma doença que afeta primariamente o sistema imunológico, o lúpus pode afetar os folículos capilares, a partir dos quais crescem os fios de cabelo. Então ele cai ou se torna muito frágil.

Na maior parte das vezes, os folículos capilares afetados por essa inflamação têm chance de se regenerar – ainda mais se o lúpus for tratado precocemente.

A queda de cabelo relacionada ao lúpus, pode ser dividida em dois tipos:

Sem cicatrizes – Se a queda de cabelo for causada pela inflamação sistêmica do lúpus, a queda de cabelos é conhecida como eflúvio telógeno. A queda de cabelo pode ser mais pronunciada na área frontal do couro cabeludo, mas pode acontecer em outras áreas. É tratável e o cabelo tende a crescer novamente.

Com cicatrizes – No lúpus cutâneo discoide aparecem lesões espessas e escamosas na pele, inclusive no couro cabeludo, afetando definitivamente, assim, os folículos capilares. É uma queda de cabelo permanente. Com tratamento adequado, pode-se diminuir a gravidade dos danos e ocorre a cicatrização.

A queda de cabelo causada pelo lúpus induzido por medicamentos pode ser minimizada, e o cabelo pode crescer novamente quando os efeitos da medicação e o lúpus cessarem.

Dúvidas sobre o assunto? Deixe nos comentários!

Sabemos que o funcionamento do sistema de defesa do corpo pode ser comprometido pelos hábitos de vida, como falta de atividade física, alcoolismo, tabagismo e alimentação pouco saudável.

Além disso, o fator emocional, situações de estresse e ansiedade, podem influenciar a atividade do sistema imunológico. Também algumas doenças crônicas, como AIDS, doenças inflamatórias, câncer e diabetes, podem prejudicar as células do sistema imunológico.

Medicamentos imunossupressores e corticoide em doses elevadas também tem o potencial de enfraquecer o sistema imunológico.

Quando a defesa do organismo está baixa, podem surgir:

– Infecções recorrentes, como amigdalite ou herpes;
– Doenças simples, mas que demoram a passar ou que se repetem facilmente, como gripe.

É importante analisar nossa qualidade de vida e nossa alimentação para saber como melhorar e fortalecer nosso sistema imunológico. Evitar estresse, praticar atividade física, e fazer e anes preventivos são sempre indicados para manter a saúde!


Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Deixe nos comentários

Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e exposição solar definitivamente não combinam. E você pensa: estamos com dias frios e o sol nem está tão quente… mas os raios UVA e UVB do sol contiuam com grande incidência independente da estação do ano.

Recomendamos às pessoas com LES que mesmo em dias mais frios tenham cuidado em relação e exposição solar. Grande parte das pessoas que tem LES têm sensibilidade ao sol, e essa sensibilidade não é só à luz direta do sol, mas também ao reflexo dos raios UV, a partir do sol que incide em superfícies. Os raios ultravioletas podem gerar novas lesões na pele e crises de atividade do lúpus (o sol, nesse caso, funciona como gatilho).

Lembrando que quando a exposição solar for inevitável, é recomendável a utilização de bloqueadores solares, incluindo na região do pescoço, tronco, braços e pernas. E passar no mínimo fator 30, com 15 minutos de antecedência e ir reaplicado periodicamente, a cada duas ou três horas. Além disso, recomenda-se o uso de óculos escuros e barreiras físicas, como o uso de roupas que protegem a pele da luz solar.

Você ainda tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixe nos comentários ou entre em contato para uma consulta.

Aquela dor “nas juntas” que sentimos quando a temperatura cai não é lenda!!


O corpo humano funciona bem na temperatura interna entre 36°C e 37°C –tarefa nada fácil quando os termômetros marcam 10°C, por exemplo. Então quando as temperaturas externas caem, nossos musculos podem ficar mais contraídos. Quando trememos por causa do frio, são nossos músculos que estão contraindo para gerar calor.

As contrações musculares acontecem de maneira involuntária, sob controle do sistema nervoso central, e são uma resposta natural do nosso organismo para esquentar o corpo, só que às vezes acabam por sobrecarregar estas articulações.

Quando a pessoa possui alguma inflamação articular a dor pode ser incomodativa.

Outro problema é que com chegada do frio muitas pessoas deixam de praticar exercícios e a melhor maneira de combanter o desconforto físico causado pelo frio é manter-se em movimento, assim conseguimos elevar a nossa temperatura corporal. Além disso, fazemos com que o sangue seja bombeado com mais facilidade para locais onde costumamos ter mais frio, como as mãos e os pés, o que também ajuda a nos manter aquecidos.


Você ainda tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixe nos comentários 👇🏻 ou entre em contato.

Passamos um terço de nossas vidas dormindo e sabemos que é um mecanismo importante para a consolidação da memória, restauração de tecidos e sintetização hormônios, ou seja, processos essenciais para o equilíbrio do nosso corpo.

Por isso dormir na medida certa é muito importante já que conforme a idade aumenta, a necessidade de sono diminui. Veja nas imagens da tabela com a quantidade de sono recomendado e aceitável, além de dicas de como melhorar a qualidade desse sono.

ADULTOS:
– Tenha horários regulares de dormir e acordar;
– Tente ter uma rotina pré-sono relaxante.
– Se você tem problema de insônia tente não fazer sesta ou tirar cochilos durante o dia.
– Faça exercícios físicos de rotina.
– Cuide para que o  ambiente do quarto seja agradável  para dormir (ventilado, limpo, temperatura adequada, silencioso e escuro).
– Cuide para que seu travesseiro e colchão sejam adequados ao seu peso e tamanho.
– Evite alérgenos e cuidado com objetos em que você possa esbarrar /bater se tiver que acordar a noite.
– Exponha-se a luz solar durante o dia.
– Evite álcool, cigarros, bebidas com cafeína e comidas pesadas à noite.
– Antes de dormir evite o uso de computador, celular ou telas brilhantes, prefira ler um livro com luz baixa ou escutar uma musica calma para ir “desligando”.
– Se mesmo assim não conseguir dormir, levante, vá para outra peça da casa e faça algo relaxante até sentir sono, aí volte para a cama.

PARA CRIANÇAS DE 0 A 12 MESES:
Crie um ambiente de sono seguro:
– Coloque  seu bebê para dormir em berço próprio desde o nascimento , até os 6 meses pode ser no seu quarto, ao lado da mãe para facilitar a amamentação.
– O berço deve ter colchão firme, evitar muitas camadas de coberta, evitar almofadas, protetores, brinquedos, etc.
– Prender o lençol embaixo das axilas e encostar os pés do bebê na parte inferior do berço.
– Seu bebê deve dormir sempre em decúbito dorsal (de barriga para cima) pois esta é a posição mais segura.
– Não fume e evite que familiares fumem.
– Observe o padrão de sono e sinais de sonolência.
– Encoraje o sono noturno (quarto escurecido com temperatura agradável).
– A partir dos 6 meses adicionalmente inicie a criar uma rotina que antecede o sono, em despertares noturnos ver se o bebê volta a dormir espontaneamente sem intervenções.

PARA CRIANÇAS DE 1 A 3 ANOS:
– Manter rotinas diurnas e rotinas de dormir consistentes.
– Colocar a criança para dormir no berço ou na cama ainda acordada, evite fazê-la adormecer no colo, em carrinho ou em outro local que não seja o quarto.
– Encorajar a prática de adormecer sem a interferência dos pais.
– Estabeleça limites e rotinas na hora de dormir (ex: atividades noturnas que não causem excitação, horário de dormir, etc.).
– Pode utilizar objetos de transição (fralda, cheirinho, brinquedo) no berço ou na cama ao dormir.
– Evite o hábito de amamentar ou dar mamadeira para dormir.

PARA CRIANÇAS DE 3 A 5 ANOS:
– Mantenha horário e rotina consistente e regular de dormir.
– Dormir sempre no mesmo ambiente (preferencialmente o próprio quarto) que deve ser agradável, sem ruídos, escurecido e sem TV ou outros eletrônicos.
– Diferenciar atividades do dia e da noite.
– Não encorajar comportamentos de barganha na hora de dormir.
– Ofereça retorno positivo quando atingirem meta de dormir sozinho(a) sem acordar para os que apresentam problemas.
– Fique alerta se problemas para dormir são persistentes e afetam a rotina e/ou o comportamento diurno. Corte as sestas se estiverem prejudicando o sono noturno.

PARA CRIANÇAS DE 5 A 12 ANOS:
– Introduza educação para hábitos de sono saudável, cuidados e promoção da saúde.
– Continue enfatizando a necessidade de horários e rotinas de sono consistentes.
– O quarto deve estimular que o sono seja em um ambiente agradável, arejado, silencioso e escurecido.
– Evite TVs e demais equipamentos eletrônicos no quarto e restrinja seu uso à noite (pelo menos 30 minutos antes do horário de dormir).
– Estabeleça e cobre regras e limites.
– Evite bebidas que contenham cafeína (café, achocolatados, refrigerantes, chás, entre outros).
– Ensine técnicas de relaxamento.
– Aos menores, ofereça reforços positivos quando atingirem metas de dormir a noite toda.
– Fique alerta se problemas para dormir são persistentes e afetam a rotina/comportamento diurno.

PARA ADOLESCENTES DE 12 A 18 ANOS:
– Enfatize que dormir bem é uma prioridade.
– Envolva o adolescente no plano para dormir bem, relacionando o bom sono com a manutenção de boa saúde, bom comportamento e inteligência (aprendizado).
– Caso seja necessário recuperar a privação de sono, incentivar a rotina de sesta curta após o almoço (menor que 30 minutos).
– Cuidados com o quarto em termos de ventilação, limpeza, temperatura, silêncio e luminosidade.
– Incentivar à exposição à luz solar durante o dia.
– Não existem medicações ou vitaminas que reponham o sono perdido.
– Evitar o consumo de cafeína (café, chá, achocolatados, refrigerantes) perto do horário de dormir.
– Álcool, cigarro e drogas ilícitas interferem na qualidade do sono.
– Lembrar que a privação de sono pode levar à alterações no humor, no comportamento e interfere na resposta e reação à estímulos.
– Estabeleça rotinas consistentes em relação à horários de dormir e acordar. No fim de semana, tenta não se afastar muito da mesma.
– É comum adolescentes terem sua vontade de dormir mais tarde (Isso se chama atraso de fase, algo interno relacionado ao relógio biológico). Tente deixar rotinas e atividades mais estressantes para o dia e mais relaxantes para a noite